Blog - HCP - Hospital de Câncer de Pernambuco

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A Oracon, fabricante de moda masculina presente em todo o Brasil, doou 180 camisas pólos brancas, da marca própria Yacht Master, aos profissionais do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). A iniciativa faz parte da campanha “Heróis vestem branco”, que está acontecendo em todos os estados onde a marca tem representantes, criada para homenagear e presentear os profissionais que estão atuando na linha de frente durante a pandemia do Covid-19. As camisas ainda receberam a marca do HCP, doada pela Beto Gráfica e Bordados, para que a equipe possa utilizar o presente como fardamento. 

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“Essas doações me trazem uma mensagem de reconhecimento. De que lá fora, foram capazes de reconhecer que a causa do HCP merece ser apoiada pela sociedade. Gostaria de retribuir em forma de agradecimento. Obrigada, vocês doadores, não só por nos deixar mais bonitos com esse novo fardamento, mas por acredita que a gente faz a diferença. É muito importante, para nós colaboradores, sabermos que a sociedade abraça a nossa causa, por que aqui a gente faz sempre o melhor”, destaca Daniela Pereira, colaboradora do HCP. As camisas foram entregues aos motoristas, maqueiros, funcionários do setor administrativo e atendimento.

 

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O câncer de cérebro surge a partir do crescimento desordenado das células que promovem sustentação e nutrição dos neurônios. Por acometer o órgão que domina o centro de comando de todo o corpo, o tumor pode apresentar sintomas facilmente confundidos com outras doenças menos graves, como tonturas, dor de cabeça e lapsos de memória, o que dificulta o diagnóstico precoce. Por isso, para alertar sobre a importância de procurar um médico na persistência dos sinais, muitas vezes negligenciados, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) abraça a campanha Maio Cinza em alerta ao câncer de cérebro, que, apesar de raro, é grave e representa 4% das mortes por câncer no Brasil.

Não há formas diretas de prevenção da doença, que é mais frequente em indivíduos entre 50 e 70 anos. Em razão disso, a descoberta na fase inicial é fundamental para um tratamento adequado, isso porque o tumor evolui rapidamente nas suas formas mais agressivas. Como explica o coordenador da Neurocirurgia do HCP, dr. Frederico Tavares de Lima, “O diagnóstico e tratamento precoces podem manter o paciente com elevado grau de qualidade de vida com autonomia plena ou quase plena”. Para isso, explica o neurocirurgião, ao sentir os sintomas, o paciente deve procurar um médico, que irá solicitar os exames necessários e identificar se os indícios estão associados ao câncer. Também é preciso estar atento a outros sintomas como crises convulsivas, tonturas, falta de equilíbrio, fraqueza em um ou mais membros, problemas cognitivos, alterações no comportamento e sonolência excessiva. Ainda segundo dr. Frederico Tavares os sintomas podem aparecer isolada ou associadamente. 

Pouco se sabe sobre os fatores de risco associados ao tumor. Até o momento, a única circunstância conhecida por promover o aparecimento da doença é a exposição radiológica excessiva, que causa alterações genéticas. O tumor pode ser classificado em quatro graus, sendo o grau 1 de caráter benigno, que evolui de forma mais lenta, e o grau 4, o mais agressivo. Em todos os graus, a doença é grave, visto que compromete o principal órgão do Sistema Nervoso Central (SNC). A probabilidade, no entanto, de uma pessoa desenvolver um tumor cerebral maligno durante sua vida é inferior a 1%.

Neurocirurgia Oncológica no HCP

No HCP, o serviço de Neurocirurgia é responsável por tratar e cuidar de pessoas diagnosticadas com tumores que acometem o Sistema Nervoso Central (encéfalo e medula espinhal) e Periférico (nervos). A equipe é formada por três especialistas de referência em oncologia, dr. Frederico Tavares, dr. Joacil Carlos e dr. Luiz Domingues, os quais trabalham em conjunto para promover uma assistência de qualidade para os pacientes, realizando cirurgias de alta e média complexidade. O serviço também promove atividades científicas: recentemente foi instalado o Fellowship em Neurocirurgia Oncológica do HCP, o mais novo programa de pós-graduação da instituição

Sobre o HCP

O Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) é uma instituição privada e sem fins lucrativos, que conta com doações contínuas de pessoas físicas e jurídicas para manter a qualidade do atendimento aos pacientes oncológicos. As doações podem ser feitas através do número (81) 3217-8290 ou acessando hcp.org.br/doacoes.

 

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Com os cuidados necessários que a pandemia do novo Coronavírus necessita, colaboradores da loja Arco-Mix Ipsep fizeram a entrega simbólica do cheque de mais uma campanha Troco Solidário. A ação destina, todo mês, desde novembro de 2018, o valor doado pelos clientes das 19 lojas da rede de supermercado Arco-Mix e do atacarejo Arco-Vita, no ato da compra, para o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Referente ao arrecadado no último mês de abril, a soma dos trocos rendeu a quantia de R$ 35.191,01. 

O tratamento de câncer não pode parar. Por isso a instituição vem reforçando com a sociedade que as doações também não podem deixar de chegar. Por ser filantrópico e sem fins lucrativos, as doações são indispensáveis, principalmente neste momento onde alguns custos aumentaram, como com a compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), para proteger pacientes e colaborados. 

 

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Com a necessidade de reforçar a proteção para os seus colaboradores e pacientes, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) precisou aumentar o investimento na compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), indispensáveis durante a pandemia. Por ser uma instituição filantrópica sem fins lucrativos e necessitar de doações para manter o tratamento do paciente oncológico, o HCP vem contando com o apoio de pessoas físicas e jurídicas para auxiliar neste momento de grande dificuldade. Foi o caso da doação feita pelo Sistema FIEPE/SENAI-PE, que presenteou o hospital com mais de 43 mil unidades de EPI.

Estão entre os itens doados luvas (29 mil), aventais (3.790) , máscaras (6.500) e, até mesmo, mil unidades dos protetores faciais (face shields), produzidas por profissionais voluntários do SENAI, com a participação de empresas e de colaboradores da instituição e a utilização de recursos arrecadados por meio da campanha Pelos Heróis da Saúde, liderada pela FIEPE. Além do HCP, outras instituições privadas sem fins lucrativos e hospitais públicos do estado foram contemplados. “Sabemos o quanto esses EPIs são necessários e o quanto está sendo difícil encontrá-los prontos no mercado. Por esse motivo, o SENAI Pernambuco está colocando seu conhecimento, profissionais e maquinário à disposição da sociedade, no momento em que ela mais precisa. Estamos desenvolvendo uma série de ações, sempre com o intuito de transformar vidas”, frisou a diretora regional do SENAI Pernambuco, Camila Barreto.

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 “Para o Hospital de Câncer de Pernambuco é indispensável contar com o apoio de instituições como o Sistema FIEPE/SENAI. Com a pandemia, as doações diminuíram e nossos gastos aumentaram, principalmente quando falamos de EPI, de grande necessidade para proteger toda nossa equipe que está trabalhando na linha de frente, dando continuidade ao tratamento do paciente com câncer, grupo de risco do Covid-19”, ressalta a gerente de captação de recursos e doações do HCP, Juliane Carvalho. 

Para ajudar o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP), acesse hcp.org.br/doacoes ou ligue (81) 3217.8290. 

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Para produzir cerca de duas mil refeições diárias para pacientes, acompanhantes e colaboradores, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) precisa fazer um grande investimento na compra de alimentos. A instituição, por sem filantrópica e sem fins lucrativos, sempre contou com o apoio de empresas e da sociedade para minimizar os custos e, durante a pandemia, essa necessidade é ainda maior. Com a redução nas doações nesse período e, ainda, com o aumento de alguns gastos, as doações que chegam auxiliam no funcionamento da instituição, como a doação de 900 unidades de hambúrguer de soja da marca Soja Mania, através da Deju Alimentos, representação e distribuição.

A iniciativa surgiu quando a Deju Alimentos, empresa de representação e distribuição de alimentos, estava lançando o produto no estado de Pernambuco e o Brasil recebeu a notícia da pandemia. Foi necessário retardar as ações promocionais do produto e, junto a Soja Mania, procuraram uma empresa que precisava de alimentos para fazer a doação.  “Não sabemos como tudo vai ficar, entretanto, acreditamos que é muito importante as empresas cumprirem o papel social, junto a iniciativas sérias”, destaca Dercione Galindo Costa, sócia Ger. Deju Alimentos, representação e distribuição.

 “Em tempos de poucas relações humanas, entendemos a importância do compromisso, não só das empresas, mas de todos os seres humanos com o social, é sair do seu universo e perceber que o outro faz parte do todo e o nosso equilíbrio vem dessa percepção e empatia”, reforça Dercione.

 

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Instituição privada sem fins lucrativos, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) é filantrópico, significa que precisa de doações de pessoas físicas e jurídicas para complementar o tratamento dos pacientes com câncer tratados na instituição. Durante a pandemia, o HCP vem sofrendo com a queda dessas doações, o que, em curto prazo, poderá prejudicar o funcionamento da instituição. Graças à solidariedade de algumas empresas e da sociedade, as doações que estão chegando fazem uma grande diferença e auxiliam no custeio de alguns produtos, como foi o caso da empresa Embaré, que doou o quantitativo de leite em pó, da marca Camponesa, necessário para três meses de consumo. Diariamente a instituição produz cerca de duas mil refeições para paciente, acompanhantes e funcionários.

Durante esse momento de Covid, a Embaré – uma das principais marcas de lácteos do Brasil, com 85 anos de história, - vem buscando empresas que pudessem ser auxiliadas e, sabendo do serviço oferecido pelo Hospital de Câncer, não mediu esforços para atender a demanda da instituição. "Entendemos nosso compromisso com o estado de Pernambuco nesse momento de pandemia. Essa doação materializa nosso compromisso com a sociedade civil", destaca Martim Ibrahim, diretor de marketing e trade da Embaré S.A.

"Esperamos que esse momento que estamos vivendo fortaleça nossa relação com várias empresas, que entendem a importância do serviço prestado pelo HCP. Somos muito gratos a todos que fazem a Embaré, por essa atitude de solidariedade ao próximo", agradece Juliane Carvalho, gerente de captação de recursos e doações do Hospital de Câncer de Pernambuco.

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Realizadas de forma online, as reuniões clínicas da Urologia do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) têm apresentado grandes resultados. A cada semana, os profissionais se reúnem para discutir o que há de mais atual na urologia, com objetivo de fortalecer a qualidade técnica e assistencial da instituição. Na última quinta-feira (7), mais de 100 especialistas de vários países participaram de uma aula sobre vigilância ativa no câncer de próstata, ministrada pelo renomado urologista canadense Laurence Klotz, criador da técnica e professor da Universidade de Toronto.  

Na ocasião, foram debatidas as perspectivas e novidades do método, que consiste em oferecer um tratamento menos invasivo para pacientes com câncer de próstata de baixo risco, tumor não agressivo e que não costuma causar metástase, caracterizado pelo PSA baixo. “Na vigilância ativa, o paciente diagnosticado com câncer de próstata de baixo risco é acompanhado por um urologista de 3 em 3 meses, que, através do PSA, do toque retal e de métodos de imagem, faz a vigilância do tumor”, explica o urologista do HCP, dr. Luiz Henrique. “O maior benefício trazido pelo método é evitar ou postergar o uso de procedimentos oncológicos ativos, como cirurgia de retirada da próstata ou radioterapia, os quais, muitas vezes, causam disfunção erétil e incontinência urinária”, afirma. Em outras palavras: por ser um tumor não agressivo, no lugar de ser submetido a formas convencionais de tratamento oncológico, o paciente passa a ser acompanhado por um urologista sem que isso cause grandes impactos em sua qualidade de vida.

Os estudos realizados pelo professor Laurence Klotz apontam para a eficácia do método: em 15 anos, 99% de pacientes acompanhados por vigilância ativa estavam vivos. O método é seguro até mesmo para pacientes cujo tumor apresente progressão em algum momento: “Como o paciente está sendo vigiado, caso haja progressão do tumor da próstata de baixo risco, o médico irá avaliar a melhor conduta para esse paciente”, explica dr. Luiz Henrique, que lembra importância da aceitação e compromisso por parte do paciente para um bom resultado. 

A vigilância ativa já faz parte dos protocolos do HCP. Além de capacitar e atualizar a equipe de urologia, a reunião clínica trouxe ainda mais visibilidade para o serviço de referência prestado na instituição. “A reunião foi um grande marco para o HCP. Com eventos como esse, o departamento de Urologia do HCP tem alcançado grande reconhecimento. Além disso, estamos sempre em atualização para proporcionar o melhor para nossos pacientes”, disse o médico.

 

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Em homenagem ao Dia das Mães e ao Dia Internacional da Enfermagem, comemorado no próximo dia 12 de maio, nós do HCP fizemos uma justa homenagem para nossas mamães enfermeiras. Confira histórias de algumas mulheres da nossa instituição,  que representam todas as que dedicam suas vidas a cuidar do próximo, mas que em suas casas, dedicam seu tempo para uma das profissões mais lindas e cheias de amor - ser mãe.

Ana Clara Farias (33 anos) fez uma escolha na vida. "A missão de cuidar, de olhar pelo próximo e tentar fazer a diferença na vida de alguém no momento mais difícil dessa pessoa", é assim que Ana descreve sua escolha pela enfermagem. Funcionária do HCP há um ano e quatro meses, encara seu trabalho na instituição como um de seus maiores desafios. "Aqui os pacientes e seus familiares estão no momento de maior fragilidade, devido a essa doença devastadora, mas por outro lado o clima de solidariedade, carinho e humanização faz dessa instituição um lugar abençoado e diferenciado".

Mesmo ajudando a salvar vidas em seu trabalho, é em casa que Ana diz se sentir especial. "Lá eu me sinto completa, é onde encontro a maior e melhor das missões, minha filha Luana, de cinco anos. Ela é a minha realização, me traz sensação de plenitude, é quando você entende o que é amor incondicional", relata.

Como profissional de saúde, passar por essa pandemia está sendo uma batalha para Ana. "Estou tomando todos os cuidados necessários. Minha preocupação agora é com a minha filha está se sentindo com a minha ausência, mas graças a Deus a tecnologia está ao nosso lado, e as chamadas de vídeo viraram minha principal aliada até isso tudo passar", deseja.

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"Uma das mais belas profissões que existem, por que é através dela que podemos ajudar o próximo" - é assim que Mariana Abreu (32 anos) descreve sua escolha pela enfermagem. Funcionária do HCP há cinco meses, diz que foi na instituição onde aprendeu a importância de um sorriso.  "Só tenho que agradecer a oportunidade de trabalhar aqui. Meus pacientes me mostram diariamente que uma notícia ruim não é motivo para perder a esperança e que uma coisa tão pura e singela como o sorriso no rosto pode mudar tudo. Serei eternamente grata por esse aprendizado".

Para Mariana, ser enfermeira não é fácil, mas ser mãe e enfermeira é mais difícil ainda. Com três filhos - Maria Klara (14 anos), João Gabriel (8 anos) e Marina (1 ano) - a rotina é muito cansativa, mas também muito prazerosa. "Pela nossa rotina de plantões, acabamos perdendo muitos momentos importantes, como aniversários, festas da escola, até Natais e Ano Novo, mas é recompensador quando estamos em casa todos juntos. Agora, com essa pandemia, preciso ficar distantes deles, mas sei que tudo isso é passageiro. Tenho fé em Deus que vai passar logo e poderemos ficar juntinhos novamente", fala. 

 

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Trabalhar na área da saúde sempre foi um desejo de Ana Paula Maranhão. Desde criança, gostava de ajudar e cuidar das pessoas e, quando cresceu, tornou essa vontade sua profissão. Por anos, trabalhou como técnica de enfermagem, mas quando teve a oportunidade, cursou a faculdade e, desde 2010, trabalha como enfermeira do HCP. "Sempre foi meu desejo trabalhar nesse hospital. Quando passava em frente, dizia para todos que um dia trabalharia aqui. Agora, esse sonho já é uma realidade", diz Ana.

Chegar até onde sonhou nunca foi fácil. Mãe de dois - Brenno Fernando (23) e Bianka Adrielly (18), precisou abdicar do tempo com eles para estudar e proporcionar conforto para a família. "Fiquei viúva muito cedo e precisava sustentar a casa. Graças a Deus pude contar com a ajuda dos meus pais, que ficavam com eles enquanto eu trabalhava nos plantões à noite e estudava de dia. Ser mãe foi um sonho realizado, ter filhos saudáveis foi uma glória, mas não era fácil, por que eu precisava trabalhar, mas sempre que podia, trocava os plantões para participar das festinhas deles. Hoje, meus filhos são adultos, já sou avó e podemos aproveitar mais juntos, com o conforto que batalhei muito para conseguir", lembra.

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Emmanuella Araújo (37 anos) define sua escolha pela enfermagem como sua vocação. "Sempre gostei de cuidar do meu irmão e das minhas bonecas. Quando  criança, precisei fazer uma cirurgia, e fui muito bem cuidada por uma "tia" que me disse  ser enfermeira. Depois disso, dizia a minha mãe que seria enfermeira também e aqui estou eu. Deus me honrou", lembra Emmanuella, hoje supervisora de enfermagem do HCP. "Aqui aprendi e aprendo a cada dia a importância de viver a vida e que o amor é essencial".

 

É com todo esse amor, que Emmanuella fala do filho Rafael (4 anos). "Ser mãe é amar sem limites, é ter alguém que te faça ser cada dia melhor e que renove suas energias, fazendo com que você seja mais forte e corajosa. Me preparei para ser mãe, já era enfermeira na época, mas nem por isso foi fácil, mas contei com a ajuda da minha mãe e sogra. Hoje, com a pandemia, estamos passando por momentos difíceis, estou ficando distante dele, sem beijar, sem abraçar, sem dormir agarradinhos, mas sabemos que é para nos protegermos e que logo tudo vai  passar", deseja.

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Daniele Cristine Lopes (38 anos) escolheu a enfermagem por achar bonito cuidar do próximo, mas após 10 anos de profissão, acredita que o sentimento que a faz trabalhar todos os dias seja o amor. Há sete anos na equipe HCP, acredita que foi o emprego mais desafiador, mas também o mais recompensador. "No início, trabalhar aqui foi assustador e até pensei em desistir, mas ao mesmo tempo, aqui a gente aprende a valorizar mais a vida e reclamar menos dos problemas. Você aprende que o mais importante é ter saúde para conquistar os objetivos".

Ser mãe também foi uma conquista para Daniele. "Meu filho Daniel (6 anos) foi um presente para mim, descobri a gravidez no mês do meu aniversário. Ele nasceu quando eu tinha dois empregos, foi muito corrido conciliar a enfermagem e a maternidade, mas graças a Deus eu pude contar com o apoio dos meus pais. Ser mãe é um sentimento único, é amar alguém mais do que a si próprio. Ele é quem me fortalece para persistir pelos meus sonhos. Hoje, por causa pandemia, para proteger ele e meus pais, estamos separados, mas graças as vídeos chamadas, a gente consegue matar um pouquinho da saúde e trocar aquele eu te amo, até isso tudo passar, por que logo logo vai passar.

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"Ser enfermeira muitas vezes é abdicar da sua própria família para cuidar da família dos outros", é assim que Ana Deyse Maria pessoa (40 anos) define a profissão que exerce há mais de 10 anos. Trabalhando na linha de frente contra o coronavírus, acredita que traz sua força de mãe para o trabalho. "Como muitas mães, não fujo da batalha. Durante essa pandemia, estou na missão de guerrear contra esse inimigo, o Covid-19, e tenho certeza que vamos conseguir".

 

Mãe aos 18 anos, Ana tem quatro filhos -  Gabriel (22), Kaio (17), Ana Sophia (9) e Marcelo (5), e também leva o seu amor de mãe para o seu dia a dia no hospital. "Sou a enfermeira que abraça e acalenta a família na hora de decisões que mudam nossas vidas para sempre. Esse não é o momento para isso, mas meu desejo é que tudo volte ao normal", deseja Ana Deyse.

 

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Em meio à pandemia do Covid-19, uma notícia boa, a implantação da Inteligência Artificial (IA), disponibilizada pela startup Viziomed, que funcionará como apoio ao trabalho desenvolvido pelos radiologistas do Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP). Em testes desde o início do mês de abril, a tecnologia tem a função de indicar, nos exames de imagem realizados na instituição, possíveis áreas e tecidos afetados pelo câncer.

A IA foi disponibilizada, gratuitamente, para todos os hospitais do Brasil, como uma solução que ajuda a detectar lesões respiratórias provocadas pelo COVID-19 por meio do Raio X de Tórax. No HCP, hospital de tratamento oncológico, o sistema vem sendo adaptado para auxiliar o trabalho dos radiologistas na avaliação dos exames de imagem. “O mecanismo serve como um olho extra. Gosto de relacionar com aquele colega de plantão que você pede uma segunda opinião”, explica o coordenador do serviço de Raio X e Ultrassom, Bosco Vieira.  

Segundo o gerente de TI do HCP, Abílio Correia, a tecnologia já se mostra promissora. “A tecnologia estará sempre em desenvolvimento. No momento, estamos trabalhando com os radiologistas na inserção de informações, que deixará a Inteligência Artificial cada vez mais assertiva. Já é possível verificar resultados bem expressivos e, em um futuro próximo, retornos para a instituição, como maior precisão nas avaliações e rapidez nos diagnósticos”, destaca.

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Com a pandemia do Covid-19, o Hospital de Câncer de Pernambuco (HCP) sofre com a redução no número de doações. Por ser uma instituição filantrópica, ou seja, depender da contribuição de pessoas físicas e jurídicas para oferecer tratamento de qualidade ao paciente com câncer, essa diminuição das doações poderá, em curto prazo, comprometer o funcionamento da instituição. Sabendo do momento crítico que o HCP vive, várias empresas estão auxiliando nesse momento de grande dificuldade - é o caso da JBS, através do seu programa “Fazer o Bem Faz Bem”, que se comprometeu a doar 2.800kg de carne de frango.

“A doação da JBS, através de sua unidade aqui no nosso estado, veio em um momento muito importante para a nossa instituição. A quantidade doada corresponde ao que utilizamos durante um mês para a produção de mais de duas mil refeições diárias, oferecidas para nossos pacientes, acompanhantes e colaboradores. Isso significa que, o valor que seria investido para a compra desse produto, poderá ser destinado a outras necessidades do HCP. Esperamos que essa parceria se estenda para depois dessa pandemia”, destaca Juliane Carvalho, gerente de captação de recursos e doações do Hospital de Câncer de Pernambuco.

O programa de responsabilidade social da JBS, “Fazer o Bem Faz Bem”, já doou mais de 200 toneladas de produtos, entre alimentos e itens de higiene e limpeza, além de equipamentos de proteção individual. O programa já realizou 495 ações, impactou quase 500 mil pessoas e beneficiou 247 instituições em 155 municípios de 20 estados brasileiros.